quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Seriados


Eu não assisto novela, nenhuma... não fazem meu gênero.
Mas em compensação, adoro seriados americanos: CSI, House, Ghost Whisperer, Grey´s Anatomy, vários...

Porém, eu tenho que admitir.

SOU VICIADA EM FRIENDS!!!!

AMO!
NÃO ENJÔO DE VER.
JÁ SEI DE COR OS EPISÓDIOS TODOS, ALGUNS ATÉ EM INGLÊS.

EU ADMITO, NÃO POSSO NEGAR.

O engraçado disto, é que como passa todos os dias a noite, mais ou menos no horário que estou vendo TV, e a Pinguinho brincando, não tinha reparado que sempre que começa a abertura, ela pára o que está fazendo, fica vendo a TV e cantarolando a musiquinha...Depois olha para mim, dá uma risadinha... e volta a brincar...

Acabou sendo uma troca... a mamãe aprendeu as musiquinhas do Backyardigans, Cocoricó e ela a música do Friends....kkkkk

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Vacina da Meningite C na Rede Pública em SP



Acabei de ver a notícia.

O Pediatra já havia me falado para aguardar que iria ter vacinação em Setembro.

Por isto que AMO ele!!!

Valeu, Dr Paulo!

Vale a pena divulgar!



SP começa hoje a vacinar crianças contra meningite C

08 de setembro de 2010 | 11h 39


A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo disponibiliza a partir de hoje a vacina conjugada contra meningococo C, causador de uma das formas mais graves de meningite bacteriana. A vacina contra a meningite C está disponível gratuitamente em toda a rede pública do Estado para crianças menores de dois anos de idade.
De acordo com a pasta, inicialmente serão imunizadas as crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses de idade. Para essa faixa etária é necessário apenas uma dose da vacina. Em novembro, começa a campanha para crianças menores de 1 ano, que deverão tomar duas doses da vacina e uma dose de reforço quando completarem 1 ano de idade.
Antes dessa medida, a vacina estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos de meningite causada pelo meningococo C. "Aproximadamente 25% dos casos desse tipo de meningite ocorrem em crianças menores de 2 anos e a vacinação é a melhor forma de proteção contra a doença. Esta vacina tem um elevado índice de proteção, chegando a mais de 90%.", afirma Helena Sato, diretora de Imunização da secretaria.
A vacina conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Somente crianças com histórico de reação anafilática em dose anterior não devem receber a vacina. 
Fonte: www.estadao.com.br

Natação para bebês




Fiquei impressionada como a Pinguinho gostou da piscina.

Era uma loucura, todo hora ela falava:
Pixina, mem, mamãe. Pixina (Piscina, vem, mamãe. Piscina.)


Como era coberta e aquecida, nem me preocupei, e ela amou.

No começo, ficava meio apreensiva com relação a molhar o rosto, no dia seguinte, (depois de engolir um pouco de água), ficou mais esperta para fechar a boquinha, no terceiro dia, já se jogava para trás para molhar o cabelo, mergulhava até cobrir a boca (e não engolia mais água). Abusava...kkk

Queria ver, pela simples curiosidade, como eles ensinam os bebês a mergulhar???

Além do mais, a beeia, (bóia - baleia), foi uma companheira inseparável para brincar na água.


Será que é uma boa a natação agora? Com quase dois anos? Ou ainda é muito cedo?
Quero muito coloca-lá, mas tenho medo de acabar forçando e traumatizar, sei lá...




Natação para Bebês

A criança principalmente em seus primeiros anos de vida, passa por um processo intenso de desenvolvimento e maturação. Até os 05 anos de idade, ela tem a capacidade de ter 90% do seu cérebro preparado para o futuro.

E o que isso tem a ver com a natação para bebês?


Na verdade, todos esses desenvolvimentos podem ser auxiliados e estimulados com a natação.
O bebê já é adaptado ao meio líquido desde a gestação, são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demostrando uma série de reflexos, comuns na primeira infância. Tudo através de estímulos estereoceptivos, ou seja, atividades que busquem facilitar o desenvolvimento dos órgãos sensoriais das crianças, como o tato, a audição, o olfato, e a visão. O ideal é que a musicalidade também faça parte das aulas, pois estimulam a memória e aumenta o vocabulário significativamente.


E são inúmeros benefícios que a natação proporciona aos bebês. Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardio respiratória e muscular, tranqüiliza o sono e também previne várias doenças respiratórias.

Um dos momentos mais importantes na natação é o exercício constante que se faz com os pais. É a inteligência emocional que através de atividades específicas, faz uma aproximação entre todos os bebês, seus familiares e o professor. Esse contato é de extrema importância para o desenvolvimento afetivo, já que sabe-se que o controle emocional é basicamente formando aos 02 anos de idade.

A natação para bebês faz parte fundamental de estudos da psicomotricidade e através do seu conceito que faz-se todo o planejamento.

Normalmente as aulas de natação são ministradas junto com os pais na piscina até os 03 anos de idade, para que as crianças tenham condições de aprender com segurança, transformando o medo do desconhecido em um ambiente alegre e prazeroso.



Flávia Gazolli Ferreira
Professora de Natação para Bebês

Fonte: guiadobebe.uol.com.br




terça-feira, 7 de setembro de 2010

Feriadão

Fomos viajar no feriado em um lugar bem gostoso de Serra Negra.

Confesso que estava um pouco apreensiva, mas bem otimista, que a viagem desta vez seria diferente.

******Recapitula.

Férias, vésperas de completar 1 ano.

Bom, ano passado, quando a Pinguinho estava para completar um ano, passamos 15 dias em SC, lugar lindo, praias tranquilas, mas acho que cometi alguns erros e a viagem foi muito boa, mas poderia ter sido melhor.
O primeiro erro, foi o roteiro, bebê e praia. Na verdade o problema não foi bem este, o problema é: bebê, branco que nem leite e praia, em pleno dezembro. Imagina, tinhamos horários exatos de praia, das 8h as 10h e das 17h as 19h (com horário de verão, né).

Este erro levou ao segundo. O que fazer com um bebezinho, branquinho das 10h as 17h, sendo que, até na rua, o sol era de matar??? Ficar no apto alugado. Só que este era o tamanho da minha sala (e olha que ela não é tão grande, heim...).

Terceiro erro: Rotina. Arrumavamos toda a "parafernalha" (que não é pouca com bebês) para ir a praia. Quando estavamos lá, depois de meia hora, a Pinguinho sentia sono, fome, incomodo, tudo... E então.... Arrumavamos tuuuudo de novo e voltavamos para o "apertamento".

Bom... houveram mais erros, mas estes foram os cruciais...A viagem no final foi muito boa... levamos alguns dias para nos adaptar a rotina, mas deu tudo certo.

*******Feriado, 2010.


Nossa, quanta diferença...

Realmente sinto que ela aproveitou ao máximo esta viagem.

HF, muita coisa para criança, muitas crianças, toda uma infraestrutura, comodidades, espaços variados (para todos os climas, idades e gostos), definitivamente, é assim que é gostoso viajar com bebês.

A Pinguinho curtiu cada cantinho, foi pescar, na piscina, no playgraund, na cidade das crianças com casinhas de boneca gigantes de verdade, correu bastante, fez amiguinhos, se comportou no restaurante como uma mocinha, comeu bem, enfim...uma delícia.

Depois, conto aos poucos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Consumismo infantil.

Sempre fui contra este consumismo desenfreado, principalmente com coisinhas para crianças.

Minha mãe conta, que quando eu era pequena, sempre falava assim, quando queria algum brinquedo: "Mãe, quando você puder, você compra?" E tenho certeza que ela e meu pai faziam a coisa certa, por mais que eles pudessem comprar na hora o que eu queria, me ensinaram que não devia ser assim.

Gostaria muito que minha filha também, quando ficar maior, pensa-se desta maneira. Ainda ela é pequena, esta começando a pedir as coisas, e até hoje, nunca fez birra para nada que ela pegou e eu devolvi. Ainda não tem noção de consumismo, comprar, etc.


Na verdade estou falando deste assunto, por causa da promoção da Bauducco, Bichinhos dos Sonhos.
Logo que vi a propaganda, amei (eu, heim... a mamãe) e queria comprar todos para ela. Como tinha uns produtos em casa, fui ao posto de troca para pegar dois.
Depois de dois dias, e bichinhos esgotados, conseguimos: ela escolheu o leão e eu o hipopótamo.

Realmente são fofissímos, a Pinguinho adorou. Meu marido até comentou que podiamos pegar mais, fazer a coleção (são 6 ao todo - sendo necessário para a troca, 5 produtos Bauducco + R$9,90 para cada), mas fiquei pensando:
Será necessário?? Ela já está tão feliz com o liao e o pôpo
Sua felicidade será maior com os 6 bichinhos ou com seus pais brincando junto com ela com os dois que ela tem???

Não vejo mal algum, dos pais comprarem o que querem e podem para seus filhos. Também amo comprar coisas, seja o que for, para a minha.
Só não gostaria que ela crescesse pensando que, se ela não tiver toda a coleção dos brindes do Mcdonalds, ou da Moranguinho, ou o celular de ultima geração, ou as calças da M.Officer, ela será menos feliz!

Como ensinar valores não materiais em um mundo consumista e materialista????



Consumismo Infantil: Como lidar com esse invasor?
Vivenciamos hoje crianças que conhecem mais do que qualquer adulto as melhores marcas, que brigam choram e fazem chantagem emocional com seus pais para conseguir aquele brinquedo que ainda nem foi lançado, mas que já está sendo vendido na internet. 
A mídia entra em nossa casa sem pedir licença e contamina a garotada.
De acordo com estudos, bastam trinta segundos para uma marca influenciar uma criança. É exatamente por conta dessa facilidade, que a publicidade vem caprichando para acertar os seus pequeninos alvos.
Saber a marca do celular que ele quer, ou o nome da boneca que acabou de ser lançada, é mais fácil do que distinguir o tipo de legumes, frutas ou animais que moram no campo.  
Alguns pais colaboram, adquirindo os produtos sem necessidade real, fazendo com que seus filhos cresçam percebendo que o certo é ter uma roupa de marca e estar sempre fazendo parte da moda.  
A família que não sabe dizer não mediante a influencia da propaganda, está diante de um grande problema. O consumo está se tornando uma doença a ponto de presenciarmos famílias que não tem o que comer, mas tem telefone celular, computador, carro, enfim... É uma situação muito complicada. A criança não nasce consumidora, ela simplesmente vai adquirindo hábitos através das informações obtidas pela mídia e acatada pela família.
A mídia é um fator importantíssimo na construção da subjetividade, da própria identidade e dos valores pessoais. O problema é lutar contra quem está presente diariamente na vida das crianças.  A maior parte dos pais não consegue conversar com os filhos tanto quanto esse gama de informações que ele recebe através da televisão e de outros canais de comunicação. A criança brasileira é a que mais assiste TV no mundo, de acordo com o IBGE. 
Crianças que criam o hábito de consumir desenfreadamente e inconsequentemente, criam valores distorcidos num mundo onde o lema é adquirir e descartar. Indivíduos conscientes e responsáveis são a base de uma sociedade mais justa e fraterna.
Sendo assim, cabe aos pais ficarem firmes e ter a conscientização de que presentear não significa amar. Muitas vezes, alguns minutos de carinho e conversa com seu filho, vale mais do que qualquer presente do mundo.
Edna Paixão.
 Pedagoga, Psicopedagoga, Administradora Escolar, 
Fundadora e Diretora do Centro Educacional André Luiz.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Régua de altura!

Sempre achei muito fofo, principalmente em filmes, os pais terem uma parede onde marcavam a altura dos filhos. É bacana de ver como eles crescem!

Fiz uma de EVA para a Pinguinho.

É uma florzinha (ou florzona, tem mais de 1,30m), que combina com a decoração do quarto, para ir medindo a altura dela.

Marco, pelo menos de dois em dois ou de três em três meses, para as diferenças serem mais significativas, pois seu ritmo de crescimento não aumenta muitos centímetros por mês, agora, com mais de 1 ano.

Os primeiros meses, quando ela ainda não ficava em pé, firmezinha... marcava de acordo com a medição feita no pediatra, mas agora ela adora... já se encosta na parede com a florzinha e fica esperando eu marcar com a caneta.

Depois fica olhando (e não tenta mais arrancar...kkkk).


******************

Toda vez que coloco vestido ou saia, ela tem a mania de ficar se coçando e arranhando, nas perninhas...
Reparem na foto...
Ohhhhh, mas que coisa!!!!!

Mas deixa este assunto para depois....

Mais Sorteios!

Este é o máximo!!!!

Livro das Princesas do mar autografado, no Blog da Chris, Inventando com a Mamãe

Imagina...

A Pinguinho adora as pinxesas do mar!!!

LIVROS SÃO TUUUDO DE BOM!

Boa Sorte a todos!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sorteio de convites!

A Vanessa fez uma visitinha no blog  e aproveitei para conhecer o trabalho dela e participar do sorteio de convites para festa que ela está fazendo.

Como a festinha da Pinguinho já está sendo planejada, vamos aproveitar, não é?
Quem sabe dou sorte.

O link para o Blog da Vanessa e o sorteio é :
http://datrinodesign.blogspot.com/2010/08/sorteio-de-convites-oba.html



terça-feira, 31 de agosto de 2010

Reação adversa

Não, não é sobre reações de medicamentos este assunto.

É sobre reações adversas que estes pequeninhos, as vezes, têm e surpreendem a gente.

Olha só: São quase 21h, estou lendo os blogs das mamães e amigas blogueiras e a Pinguinho está, de cinco em cinco minutos, pedindo colo, ai rabisca na mesa do computador, desce, pinta a revistinha da Cinderela no chão...Fez isto umas 5 vezes... Sobe e desce...Sobe e desce.

Quando de repente, ela simplesmente, olha para mim, põe a mãozinha no rostinho e curva a cabecinha e diz: Mamãe, naná!

Reação: Olho para o relógio, olho novamente para ela, Pergunto: "Quer nanar??" (mexe a cabecinha que sim) "Jura??" (sim de novo).

E fomos para o berço, tomou a tetê (mamadeira), ficou deitadinha, depois de 10 minutos dormiu.

É, ou não é reação adversa??
Quem vai entendê-los?????

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Não quer comer!!!

Ontem, realmente saí do sério na hora do almoço.
E a mesma cena se repetiu hoje.
E agora?


Fomos almoçar em um restaurante super legal, montei um pratinho para a Pinguinho com arroz, salmão (que ela já comeu e gostou) e creme de milho. Ela recusou tudo!
Mudei para nhoque (que ela também já comeu e gostou). Nem pensar, nem abriu a boca para experimentar.
Troquei novamente para arroz puro, (já no desespero). Nada... o que mais me irritava é que ela punha na boca e cuspia...(AHHHHHHH)
Depois de todo este estresse, resolvi deixar pra lá ("não quer comer, não come") e tentar almoçar.
Claro, que foi tudo em vão e meu estresse aumentou cada vez mais, pois o cadeirão incomodava, queria correr pelo restaurante, fazia birra, chorava.... Meu Deus!


Nunca tínhamos passado por isto e ela é acostumada a freqüentar restaurantes, sempre fica quietinha, se distrai com alguma coisa e, principalmente, come... 
No final das contas comeu dois pedaços de melância.



********************


Hoje, feijão fresquinho, salada de batata e cenoura, arroz e carne. Tudo pensando: "vou caprichar para ela comer bem".
E mais uma vez, tudo em vão. Não queria comer.
Juro, por um segundo, minha vontade era fazê-la comer de qualquer jeito.
Resolvi desencanar, mas o "desencanar" de mãe, faz como que você tenha alguns segundos para respirar e se acalmar, entretanto não tira aquilo da cabeça:  "Ela não comeu nada." "O que eu faço?" "Devo dar alguma coisa que sei que ela vai comer, mesmo que não seja o correto, pois é horário do almoço?"
Quase 13h30, resolvi tentar de novo.
Só o arroz e feijão. Brincando de "alimentar" também o Leão de pelúcia, consegui fazê-la comer alguma coisa.
No fim da história, terminou com o pratinho de comida, (pratinho mesmo, pequeno), comeu uma carambola e tomou suco de maracujá.

Nossa, que dificuldade!!!
Será que vai ser assim daqui para a frente?
Pode ser mais uma fase?
O que posso fazer para melhorar????

Achei algumas informações na internet, mas após ler e relembrar todo o esforço, acho que como em muitos casos: A Teoria é bemmmmm diferente da Realidade!


  • Nunca ofereça muita comida à criança - ela tem o estômago pequeno;
  • Varie os alimentos. A mesma comida, todos os dias, não desperta o interesse. Incremente o prato com algum alimento de cor diferente daquele que você ofereceu anteriormente, por exemplo;
  • Evite que a criança fique "beliscando" entre uma refeição e outra;
  • Mantenha verduras e legumes em todas as refeições. Mesmo que a criança não aceite, não a obrigue a comer, assim ela ficará com raiva do ingrediente. Deixe lá, a constante presença desses alimentos despertará a curiosidade da criança;
  • Em contrapartida, não ofereça sopas batidas no liquidificador para que a criança ingira verduras e legumes. Essa tática dificulta o estímulo do paladar, por não permitir que a criança reconheça os diferentes sabores;
  • Respeite os gostos de seu filho, pode ser que ele realmente não goste de determinada comida e, mesmo nos primeiros anos de vida, a criança já tem preferências e aversões alimentares. Às vezes, por não gostar de um ou de outro ingrediente, ela rejeita toda a refeição;
  • O ambiente onde as refeições são realizadas deve ser tranqüilo. Desligue a TV, abaixe o volume do rádio e evite discussões;
  • A criança com mais de um ano e que ainda toma muitas mamadeiras ao dia pode ter dificuldades em aceitar os alimentos sólidos, neste caso é melhor diminuir as mamadas;
  • A criança não gostou da comida. Por zelo, muitas mães preparam a refeição dos filhos separadamente, usando poucos temperos. O problema é que às vezes a comida fica sem gosto algum. Experimente os alimentos antes de oferecê-lo aos menores;
  • Não dê sucos e refrigerantes durante a refeição, porque a capacidade gástrica da criança ainda é limitada. Se ela tomar um desses líquidos pode não ter espaço para a comida;
  • Não force seu filho a comer. Se ele ficar com fome, vai alimentar-se na próxima refeição;
  • Não ofereça comida fora de hora. A criança que passa o dia inteiro comendo dispensa as refeições principais pelo simples fato de não estar com fome;
  • Deixe a criança comer com as mãos. Ela se diverte manipulando a comida e vê nesse momento uma ocasião prazerosa, agradável;
  • Nunca prometa uma recompensa, como por exemplo, "coma o arroz que eu lhe dou um sorvete". Assim você fará com que seu filho tenha desprezo pela comida;
  • Não faça a brincadeira do aviãozinho. A hora é de comer, não de mimar a criança;
  • Não adianta pedir para seu filho comer cenoura se você está comendo um sanduíche, ele naturalmente irá querer comer o lanche, pois se você despreza a cenoura, é porque o outro alimento deve ser mais gostoso; 
  • Por fim, seja firme com a criança, sem ser rígida, afinal o momento de se alimentar deve ser prazeroso e não angustiante.
http://www.alobebe.com.br/site/revista/reportagem.asp?Texto=421


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